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terça-feira, 30 de julho de 2013

RSSouza participa do I Fórum Rio Bonito de Gestão Pública

A RSSouza levou na ultima sexta feira 26 de julho, o Circuito Carioca de Gestão ao I Fórum Rio Bonito de Gestão Pública  a convite da parceira Eco Sistemas.

Neste evento, a Prefeitura de Rio Bonito fez o lançamento oficial da Secretaria de Gestão municipal e assinou o Programa Nacional de Gestão Pública e Desburocratização - Gespública.

Foram discutidas as principais propostas de melhorias na gestão publica, pontos de vista, assim como oportunidades de uso de ferramentas, capacitação dos colaboradores e modelos de gestão.


Rodrigo Santos de Souza apresentou a parceira Eco Sistemas e como ampliar a gestão com uso de eficiente da TI. Abordou em sua palestra, a utilização dos portais de interação e colaboração com os pacientes e população em geral, estratégias de redes sociais e utilização de aplicativos e dispositivos móveis. Também usou as experiências dos municípios fluminenses de Campos dos Goytacazes e Nilópolis para exemplificar os complexos reguladores como principais abordagens na gestão da saúde municipal.


O evento contou com palestras de Ana Lúcia de Amorim Brito da Secretária Nacional de Gestão Pública do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, Claudio Leite Gastal Secretário Executivo da Câmara de Políticas de Gestão Pública, Desempenho e Competitividade do Conselho de Governo da Presidência da República e Presidente do Conselho Superior do Movimento Brasil Competitivo (MBC), Ricardo Vidal, Gestor Público Federal desde 1997 e atual Diretor Administrativo da ANESP – Associação Nacional dos Especialistas em Politicas Públicas e Gestão Governamental entre outros representantes do governo federal e sociedades. Também participaram o presidente do CRA, Sr. Wagner Siqueira e pelo TCE o Sr. Sergio Bahiense Colão.


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Saúde invade a sua casa

Tenho lido bastante sobre a invasão de novas tecnologias em nossas casas. As televisões já nos conectam a internet, e além de ver filmes trocamos emails e muito mais.

Os video-games mais recentes também troxuram estas novidades. Tanto o PS3 quanto o XBOX agregam jogos on-line, formação de grupos virtuais e principalmente integração através das cameras de video e sensores, interatividade sem fio nos colocando dentro dos jogos.

A interatividade é o principal ponto de investimento das grandes empresas mudando o paradigma do joystick para ações naturais e movimentos corporais. E neste contexto a Microsoft busca no mercado novas formas de uso do seu Kinect, sensor de movimento e interface de interatividade que permite jogar e interagir por movimento.


Para a saúde, já estão em desenvolvimento sistemas de avaliação motora e reabilitação baseados nos hábitos do cotidiano de nossas casas: sentar, levantar, caminhar, gesticular, entre outros; permitindo identificar problemas atuais e futuros voltados a população idosa.

E então percebemos um número infinitamente maior de pequenos dispositivos que silencionamente invadiram nossos lares. Desde um simples termômetro digital, um medidor de pressão, glicose, oxímetro, todos passaram a ser rotulados de sensores ou medidores. Ferramentas que integradas e conectadas, sem fio de preferência, a internet são capazes de informar o seu médico como está o seu estado de saúde atual.

Outro exemplo vem do uso dos iphones ligados a sensores, "transformando-o" em um eletrocardiografo portátil, transmitindo instantaneamente seus sinais vitais ao seu médico.

As propostas de homecare inovam em monitorar pacientes remotamente, não apenas por sensores mas pelos equipamentos alugados aos pacientes. Dos balões de oxigênio até os equipamentos para hemodiálise, basta possuirem algum tipo de porta de conexão para enviar dados aos centros de acompanhamento.

O que falta então para compor um quadro maior de tele-medicina, apoio remoto ou video-atendimento além de regulamentação, óbvio, é a confiança do paciente nos resultados. Evitar deslocamento e prover mais informações por históricos digitais do que eventuais relatos verbais situacionais, são poucos exemplos dos benefícios. A proposta de monitoramento e atenção a saúde por canais virtuais deixam de ser apenas textos digitalmente certificados ou dados soltos nas redes sociais para formar uma visão única do indivíduo e suas necessidades específicas.

Promover a integração, interatividade e interoperabilidade tendo por canal a internet permitirá que a tele-medicina alcance outro patamar, viabilizando uma rede de contatos com especialistas dentro e fora do país para que seja acessados de fato dentro da sua casa.

Vejam também as referências abaixo.

Abraços a todos



segunda-feira, 28 de março de 2011

A Hora e a Vez dos Tablets na Saúde

Enfim chegaram !!!!

A mobilidade da tecnologia da informação para a saúde começou a tomar corpo aqui no brasil.

O grande atrativo sem duvidas é o ipad da Apple e sua facilidade de uso. A aparente novidade já é bastante conhecida para quem lida em tecnologias em saúde.

A Motion Computing Já oferece modelos de tablet voltados à ambientes hospitalares. Nestes modelos alem de acessar os sistemas de informação do hospital, possui conexão sem fio, câmera fotográfica, leitor de código de barras, conectores com leitores de sinais vitais, gravadores de som e vídeo e ainda são emborrachados e esterilizáveis para uso em centros cirúrgicos. Muito legal.

Não sendo ferramentas para armazenamento de dados e acessando por wi-fi as redes sem fio disponíveis ou através de 3G, sistemas e informações residirão na nuvem ou em servidores locais.

Permitir assim que os processos junto aos locais de cuidado ou "points of care" se tornem cada vez mais comum, facilitado pela redução dos preços estimulado pela concorrência que o Ipad enfrentará nos próximos meses.

Vale lembrar que apesar de acesso as redes locais por wi-fi, ou internet pela telefonia móvel, os aplicativos precisarão ser adequados a esta plataforma, tendo soluções que tirem maior proveito possível da interação com o usuário, não remetendo o usuário a infindáveis entradas por digitação. O tablet não é para isso, concordam?

sábado, 12 de junho de 2010

Tecnologia da Informação e Saúde

- Quem vai mexer no computador?

Um amigo sempre fala que a tecnologia veio para resolver problemas e nos trazem outros.

Alguém usa TIC para a saúde? Como espanto alguns podem perguntar, e eu respondo com muito fervor: "Sim e muito!!!"

Quando superamos as questões básicas da informática, redes, computadores, servidores, sistemas operacionais e aplicativos básicos, agora que já temos internet, email, acesso as redes sociais, impressoras, cds, dvds e tudo mais conectado, nos achamos informatas, informatizados e senhores da informação.

-Ainda não!!! Agora é que vamos começar a brincadeira, vamos instalar, configurar, capacitar, estratificar os dados e promover mudança.

- Ué! Achei que seria obter informação?!

- Não. As informações promoverão as mudanças necessárias para aumentar o lucro, reduzir os custos, ampliar a qualidade dos serviços ou qualquer outro objetivo.

Por isso diz-se que tem informação tem poder, poder para decisão.

Junto aos softwares de administração hospitalar, sistemas de gerenciamento de consultas, exames, leitos, atenção básica, sistemas públicos ou privados, baseados em software livre ou proprietários, o que é mais importante é que a tecnologia seja de fato ferramenta e não seja a razão em si mesma. Tecnologia por tecnologia.

Posso citar tele-medicina, geoprocessamneto, bussiness inteligence, reconhecimento por voz, armazenamento de imagens radiológicas e sinais biométricos, portais corporativos, web sites, tecnologia móvel e muitas outras que são aplicadas a saúde. Mas cada uma destas e todas devem estar em harmonia e em sintonia com o negócio.

- Mas que negócio é esse?

- Ora qual o seu negócio? Saúde de grupo, hospital, posto de saúde, plano de saúde, seguro saúde, saúde pública estadual, municipal. Em resumo atender um indivíduo, um paciente ou um grupo adscrito.

O apoio da TIC à saúde está em promover agilidade e eficiência nos processos ligados a atenção em saúde, administração e a gestão.

Não é a TIC que atenderá os pacientes, são os médicos e enfermeiros, mas cabe sim prover informações sobre este indivíduo para que este profissional possa entender as necessidades reais do paciente e assim proceder com a melhor conduta.

As diversas tecnologias para saúde serão tema de novos posts, conhecer profundamente a TIC e aplicá-la corretamente e uma ciência que gradativamente está trazendo resultados. Assim como a própria TIC durante muito tempo foi alvo de críticas por seu custo, a TICS, também está na fase da avaliação custo benefício. E este se mostrará muito maior.