Contando com uma rede de comunicação
estável e segura, a telemedicina é presente em qualquer lugar do planeta, o que
falta é manter os registros clínicos disponíveis para os médicos e enfermeiros.Trazer informações sobre gestão, TIC, governança corporativa, planejamento e atualizações sobre saúde
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Registro Eletrônico de Saúde – Projeto EMR
Contando com uma rede de comunicação
estável e segura, a telemedicina é presente em qualquer lugar do planeta, o que
falta é manter os registros clínicos disponíveis para os médicos e enfermeiros.Aplicativos Móveis e Redes Sociais
Blogando...
Olá meus amigos! Este ano de 2012
ainda está sendo muito puxado com muitas atividades e projetos, e a ausência do
blog se explica, mas não se justifica. Muitos destes projetos tinham cunho
estratégico logo nada de falar enquanto não virassem realidade, e que
realizações.sexta-feira, 7 de outubro de 2011
Steve Jobs e seu legado
Agora eu sei o que é...
Lá em casa me viu usando o meu tablet. Curioso sobre o que eu fazia, apenas tocando uma tela, perguntou o que era. Prontamente lhe apresentei o tablet e mostrei o que esse aparelhinho podia fazer. Claro que fiz analogias com o já conhecido PC, e aproveitei para enfatizar algumas características como as câmeras, tirar fotos, ampliá-las e reduzi-las, a possibilidade de acessar a internet, exibir vídeos, gravar e tocar, além de me comunicar mundo a fora com "os meus contatos".
Empolgado me perguntou se eu usava o tablet no trabalho, afinal de contas trabalho com TI. Abracei a oportunidade de conversar com meu sogro e busquei ampliar seu horizonte.
- Sim meu sogro. Estamos em um novo projeto usando inteiramente o tablet. Já usamos para apresentar informações aos nossos clientes a partir do nosso sistema de business intelligence, que coleta informações do registro eletrônico de saúde.
A partir disto conversamos longamente sobre a utilização do tablet na saúde, começando pela principal característica que é a mobilidade. Comentei sobre como este dispositivo aproxima o médico do paciente, permite que o profissional de saúde tenha em suas mãos todo o prontuário, visualizando os exames radiológicos, laudos do laboratório, sinais gráficos dos eletrocardiogramas, no mesmo momento em que conversa com o paciente. E complementei o qual interessante é poder gravar depoimentos do paciente em vídeo, fotografar de áreas afetadas e evolução de cura, mantendo no registro eletrônico, não apenas informações dos profissionais de saúde, mas também do próprio paciente.
Acrescentei que alguns tablets são tão específicos, que incluem também sensores de temperatura e pressão, leitores de código de barra, facilitando a identificação correta do paciente através das pulseiras e a administração de medicamentos, evitando que o medicamento errado seja tomado. Os recursos físicos dos tablets são extremamente potencializados quando associados a outras tecnologias como interfaces bluetooth, wi-fi e entradas de vídeo. E então Seu Marion, com algumas safenas (no plural mesmo), se surpreendeu ainda mais quando eu disse que alguns destes tablets são levados ao centro cirúrgicos e são laváveis.
Então ele me perguntou: - E o que faz na internet? Com mais esse gancho fiquei mais empolgado ainda, e respondi que junto à internet o tablet permite acessar todos os sites e obter todas as informações disponíveis. Fica fácil para o médico e paciente consultar formas de tratamento, conversar com outras pessoas sobre suas experiências e acrescentar conhecimento. Hoje em dia a educação ao paciente é uma das maiores preocupações das instituições de saúde, o paciente informado. Os hospitais já preparam um acervo de artigos técnicos, panfletos e links de sites que vão orientar o paciente sobre sua condição, formas de tratamento e posterior recuperação, além claro de educar sobre malefícios do fumo, realizar uma boa alimentação para controle do diabetes e da hipertensão.
E como não podia ficar de fora, expliquei ainda que através da comunicação pela internet, os profissionais de saúde trocam informações em conversas sobre os diversos casos clínicos, discutem sobre a condição de um paciente específico, avaliam as situações usando os mesmos dados do prontuário do paciente e até observam o paciente, como se lá estivesse. – Isto é telemedicina! Completei.
É claro que telemedicina vai muito além do que uma conversa entre profissionais de saúde, mas falando de tablet, mobilidade, internet e comunicação à distância, agregando valor ao tratamento de pacientes e “ao vivo”, nossa, meu sogro ficou realmente muito impressionado.
Por fim tomamos outro cafezinho e fugimos do contexto saúde ficando apenas nas características do tablet em si. E depois disso, ele me confidenciou que já lia há muito tempo sobre tablets, mas não tinha idéia de que era, e concluiu: - Agora eu sei o que é!
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Tablets na Saúde e tchau ao PC
Nos últimos dias várias notícias estão circulando na rede sobre o breve fim dos computadores pessoais, sendo estes substituídos por tablets.
Outros porém afirmam que este dia não chegará. Ainda que a nossa própria casa precise de um CPD, afinal de contas além do computador pessoal – desktop, ainda temos os notebooks, os smatphones, os consoles de jogos (Xbox, PSP, PS3, etc) além das televisões conectadas, blu-rays e é claro o roteador sem fio que permite que todos acessem a internet e baixem arquivos e atualizem os sistemas.
Não esqueci os tablets, estes novos amigos estão ganhando espaço pelas facilidades agregadas, principalmente para a questão de visualização para leitura, interatividade e claro a mobilidade. Mas irão substituir o PC? Eu mesmo diria que ainda não. Ainda estamos presos aos teclados e mouses, ferramentas de software que aderiram a um modelo de produtividade e interação com o usuário que os tablets ainda não possuem. Quero dizer que sim, os tablets substituirão os PCs, mas será preciso que a indústria de software inclua este novo dispositivo na sua linha de produção e traga real usabilidade em seus sistemas.
O movimento dos desktops para a web também quebrou alguns paradigmas de criação e interação com o usuário, mas a ferramenta de acesso mudou pouco. Continua sendo o PC apesar das pesquisas apontarem maior uso dos smartphones. Mas agora o desafio é ainda maior.
E na indústria da saúde? A Information Week publicou matéria sobre a adesão dos tablets na saúde. Na verdade para os profissionais de saúde e minha leitura foi bastante positiva, a grande resistência destes usuários em utilizar o PC parece bem menor ou nenhuma considerando um tablet.
Teremos então uma nova plataforma de tratamento e atendimento médico. Através desta ferramenta teremos...bem nada de novo: visualização de registros de saúde, imagens médicas, exames, entradas de dados (de uma forma diferente claro), e maior acesso a conteúdo.
Perceba que a limitação inicial está diretamente ligada a novidade, o próprio tablet. Para que este dispositivo seja de fato um sucesso, na nossa área TI em saúde e médica, é preciso que exista sempre uma conexão de internet, seja 100% online, ou atualizações regulares de dados dos servidores com o tablet e vice-versa.
Além disso, o tablet, sendo orientado a saúde possui diferenciais em relação a qualidade das câmeras, áudio (gravadores e alto-falantes), leitores de códigos de barra e sensores de temperatura, sinais vitais e assim por diante. Estas características técnicas integram e preenchem espaços não ocupados pelos PCs, a mobilidade tem um apelo fantástico, e isso permite não só o atendimento online a beira do leito, por exemplo, mas também viabiliza sessões de telemedicina e segunda opinião.
O terceiro ponto é o software. Concordo com a reportagem que os registros eletrônicos de saúde também precisam se adequar a esta nova realidade e é fundamental que isso aconteça logo.
segunda-feira, 28 de março de 2011
A Hora e a Vez dos Tablets na Saúde
Enfim chegaram !!!!
A mobilidade da tecnologia da informação para a saúde começou a tomar corpo aqui no brasil.O grande atrativo sem duvidas é o ipad da Apple e sua facilidade de uso. A aparente novidade já é bastante conhecida para quem lida em tecnologias em saúde.
A Motion Computing Já oferece modelos de tablet voltados à ambientes hospitalares. Nestes modelos alem de acessar os sistemas de informação do hospital, possui conexão sem fio, câmera fotográfica, leitor de código de barras, conectores com leitores de sinais vitais, gravadores de som e vídeo e ainda são emborrachados e esterilizáveis para uso em centros cirúrgicos. Muito legal.
Não sendo ferramentas para armazenamento de dados e acessando por wi-fi as redes sem fio disponíveis ou através de 3G, sistemas e informações residirão na nuvem ou em servidores locais.
Permitir assim que os processos junto aos locais de cuidado ou "points of care" se tornem cada vez mais comum, facilitado pela redução dos preços estimulado pela concorrência que o Ipad enfrentará nos próximos meses.
Vale lembrar que apesar de acesso as redes locais por wi-fi, ou internet pela telefonia móvel, os aplicativos precisarão ser adequados a esta plataforma, tendo soluções que tirem maior proveito possível da interação com o usuário, não remetendo o usuário a infindáveis entradas por digitação. O tablet não é para isso, concordam?

